quarta-feira, 4 de maio de 2011
Empresas gauchas encantam os alunos do Curso de Administracao
domingo, 1 de maio de 2011
Contrata-se: com profissionais em falta, sobram vagas para cargos de liderança
A maior preocupação das empresas para 2011 é atrair talentos
Com a economia crescendo a passos bastante largos, o Brasil tem precisado correr contra o tempo para corrigir alguns problemas históricos que, agora, se fazem perceber de forma muito mais clara. Nunca foi segredo o atraso do país em diversos setores, entre os quais está o sistema educacional. A estrutura falha, comprometida desde a base, mesmo com as recentes melhorias, ainda não foi capaz de capacitar profissionais suficientes e com todas as qualidades demandadas pelo novo momento que se vive hoje.
O resultado de tudo isso é o que mostra um estudo realizado pelo Instituto CRF, da Holanda. O levantamento constatou que a falta de profissionais qualificados no Brasil tem sido a reclamação mais recorrente nas empresas.
Para efeitos comparativos, a pesquisa aponta que 3% das empresas europeias afirmam ter dificuldade de preencher vagas de diretores e presidentes, enquanto nas brasileiras esse percentual é quase 9 vezes maior. No nível gerencial, a escassez é sentida por 17% das europeias e por 44% das nacionais.
"Esse cenário é o resultado da rápida aceleração da economia brasileira, sem que muitos profissionais tivessem tempo para se preparar para esse novo mercado", diz Robert Schaefer, Diretor para América Latina do Instituto CRF.
Por aqui, a maior preocupação das empresas, para 2011, é atrair talentos. Na Europa, o foco é maior em engajar os já conquistados. "Uma das maneiras mais eficientes de as empresas brasileiras garantirem mão de obra profissional seria por meio de ações como cursos, treinamentos para seus funcionários e planos de carreira que promovam os melhores talentos da organização", completa Schaefer.
Social marketing é a bola da vez
Conceito envolve um mercado conduzido por pessoas, e não mais pelas marcas
Rio de Janeiro - Estamos na década do social marketing, sentenciou Silvio Meira, pesquisador, professor titular do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco e consultor especializado em estratégias de inovação dos maiores respeitados no Brasil, durante a terceira edição do Fórum Inovação, Tecnologia e Marketing, realizado na última semana em São Paulo pela Arizona.A era do social marketing envolve um mercado conduzido por pessoas, e não mais pelas marcas. Pessoas estas que desejam relacionamento e conversa com outras pessoas, não com empresas. Um público que virou canal de informação e se organizou em comunidades virtuais.
Por isso, para as organizações, a era da mobilidade, com o mundo nas mãos do consumidor, dará lugar a era da programabilidade, uma vez que os meios digitais são passíveis de gerar negócio por meio da construção de plataformas interativas e de sistemas empresariais que dão excelência a operação.
Os consumidores, organizados em comunidades sobre temas variados, mas de interesse em comum e até sobre marcas, desejam interatividade com as empresas desde que elas se humanizem e estejam dispostas a resolverem os seus problemas.
O social marketing é um marketing mais matemático, desenvolvido a partir da avalanche de dados que existe no mundo de hoje, apontou Suresh Vittal, vice-presidente da Forrester, empresa mundial de pesquisas e tendências com foco em marketing.
A partir de agora, deve-se criar um departamento de marketing mais voltado para a tecnologia da informação com o objetivo de integrar os processos de marketing a fim de melhorá-los e mensurá-los.
De acordo com Romek Jansen, sócio da consultoria MRMLogiq, que auxilia empresas a otimizar operações de marketing, até 40% das iniciativas não servem a estratégia da companhia. Como resultado, em muitos países o ciclo de vida de um produto não superar os seis meses.
Mudanças de paradigma
Segundo as premissas do social marketing, o marketing eficiente não é mais aquele que “empurra” o produto e a comunicação. O marketing de hoje é o que “puxa” as pessoas ao produto e que dialoga com eles.
“O consumidor não toma uma decisão de compra de forma linear”, afirma Suresh Vittal. Por isso, é preciso criar uma imagem consistente da marca e os sistemas devem estar integrados. A realidade, no entanto, é que muitos projetos de CRM, ERP e Bi nas empresas simplesmente não conversam entre si.
Isso significa ainda mais complexidade e não simplifica a gestão. É preciso redesenhar os processos. “Com isso economizaremos verba de marketing. Se gastamos menos com a operação, podemos gastar mais com mídia”, diz Romek Jansen. É possível ainda estar presente nos múltiplos pontos de contato existentes com o consumidor hoje em dia com o objetivo de engajá-lo, outra premissa importante do social marketing.
A história da marca deve engajar o consumidor. As empresas devem conversar com as pessoas que desejam que comprem seus produtos. “Elas devem pensar em como podem ajudar o consumidor”, explica Michael Moon, CEO da Gistics, especialista em inovação nas mídias sociais. “É preciso engajar as pessoas antes de elas virarem consumidoras”.
O modelo para gerar engajamento, de acordo com Barry Stamos, líder global de estratégias em mídias emergentes e um dos diretores da Acxiom, consultoria global de soluções em marketing, é simples: conhecer o seu consumidor e personalizar a conversa com ele.
Mesmo o social marketing estando intimamente ligado aos dados e a sistemas de informações, dificilmente os problemas operacionais serão resolvidos no ambiente digital. “O problema é que a verba de social está com o marketing, que coloca e delega esta tarefa às agências”, constata Silvio Meira.
“A marca tem que ser verdadeira e fazer uma gestão social dentro da empresa toda. E isso começa com os funcionários. Só teremos clientes satisfeitos se tivermos colaboradores satisfeitos”, ressalta.
Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing.segunda-feira, 25 de abril de 2011
Visita técnica à Marcopolo e Todeschini
Com o objetivo de associar o aprendizado alcançado durante o curso às práticas realizadas por duas grandes companhias gaúchas, exemplos de gestão e competitividade em seus segmentos de negócio, a atividade é integrante do projeto de coaching do curso de administração.
Além de verificar as realizações cotidianas das empresas visitadas, a atividade contará como atividade complementar por meio do desenvolvimento de produção discente vinculada ao projeto de coaching.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
A gestão além da qualidade
Algum tempo atrás as empresas tinham o foco total em qualidade e esse era o caminho para tornar um negócio bem- sucedido. O dia a dia começou a mostrar que mesmo com produtos de qualidade, se não houvesse uma gestão equilibrada e de olho também nos procedimentos internos, não seria fácil se destacar.
Uma declaração do diretor executivo da Fundação Nacional de Qualidade (FNQ), Ricardo Correa, leva cada gestor a refletir a questão. Ele diz que as organizações passaram a fazer não só a gestão da qualidade dos processos, mas também a trabalhar a qualidade da gestão. Isso é fundamental para sobreviver no mercado.
Para obter esse tão sonhado sucesso na gestão, a FNQ sugere seguir oito passos que podem auxiliar nossos líderes:
1 – Seja um líder exemplar
O líder precisa atuar de forma aberta, democrática e ativa, incentivando a cultura da excelência, a promoção de relações de qualidade e a proteção dos interesses da organização.
2 – Equilibre planos a curto e longo prazos
Estabeleça estratégias para alcançar os objetivos da empresa, levando em conta informações relativas a clientes, mercados, fornecedores, colaboradores, sua capacidade de prestar serviços, produzir e vender.
3 –Conheça e ouça clientes
Agrupe os tipos de clientes com características similares, identifique e analise suas necessidades. Com isso será possível oferecer serviços e produtos adequados aos grupos. Promova avaliações periódicas para medir o nível de satisfação e crie um meio de comunicação para ouvir reclamações e sugestões.
4 – Preocupe-se com o meio ambiente e seja socialmente responsável
Fique atento aos danos que as atividades e instalações da empresa causam ao meio ambiente. Promova ações e projetos sociais, envolvendo e conscientizando colaboradores com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento sustentável.
5 – Organize informações
Registre e documente as informações necessárias para a execução das atividades da empresa. Disponibilize ferramentas e tecnologias que possibilite e compartilhamento dessas informações com todos os colaboradores envolvidos.
6 – Incentive, respeite e valorize colaboradores
Defina funções e responsabilidades dos colaboradores para que haja sinergia do trabalho em equipe. Disponibilize ações de capacitação e planos de treinamento para desenvolver as habilidades e conhecimentos necessários para as atividades diárias.
7 – Domine os processos e forneça informações confiáveis
Os gestores devem conhecer e segmentar os processos que agregam valor para o seu negócio, assim como aqueles relacionados aos fornecedores e aos aspectos financeiros. A tomada de decisões e a execução de ações precisa ter como base a medição e a análise de desempenho, além de incluir os riscos identificados.
8 – Controle o desempenho do negócio
A empresa deve estabelecer indicadores e metas que permitam controlar as principais atividades e analisar o desempenho. Esses indicadores e metas precisam avaliar finanças, produção, vendas, fornecedores, clientes,colaboradores e questões ambientais.
Essas diretrizes são um ponto de partida para uma gestão de sucesso. Elas podem abrir caminho para várias outras iniciativas e processos de boas práticas. Por isso, vale a pena tentar segui-las.
Essas etapas são baseadas nos Critérios de Excelência do Modelo de Excelência da Gestão (MEG), difundido pela própria FNQ.
Por: Blog HSM
terça-feira, 19 de abril de 2011
Coaching: o sonho de consumo de 10 entre 10 profissionais
Na infância somos totalmente dependentes, o que muda radicalmente na adolescência, quando lutamos desesperadamente pela nossa independência. Próximo aos 20 anos, entramos na fase adulta, onde o que nos motiva é a liberdade, o poder, o sucesso, a vontade de ganhar dinheiro. Nessa fase temos energia de sobra e, na grande maioria das vezes, é onde se inicia nossa vida profissional.
A primeira reflexão verdadeira ocorre aproximadamente aos 40 anos, na fase do amadurecimento, quando questionamos tudo: se a profissão que exercemos é mesmo a que nos realiza e nos completa, se estamos casados com a pessoa certa, se educamos bem nossos filhos, se fazemos as coisas que nos dão prazer... Enfim, se estamos conduzindo bem nossas vidas.
A resposta só virá na terceira idade, lá perto dos 65 anos, quando todos nós iremos pagar as contas de tudo que fizemos ao longo de nossas vidas, e que é apresentada em quatro áreas: como tratamos da nossa saúde (nosso corpo é o passaporte para o futuro), nossos relacionamentos (como nos relacionamos com nossos pais, cônjuges, filhos, amigos, colegas de trabalho etc.), nossas finanças pessoais (como tratamos nossos recursos financeiros, nosso bolso) e nossa carreira (como gerenciamos nossa vida profissional).
Vale agora uma reflexão de como você está gerenciando essas quatro áreas da vida. Mas, vamos nos restringir a área Carreira, e para falar de vida profissional irei traçar um paralelo com o que existe de mais atual em processo de desenvolvimento: o coaching, o sonho de consumo de qualquer profissional.
Coaching é um processo que se dá por meio de um facilitador treinado, um coach (técnico, em inglês), cujo objetivo é fazer com quem seu coachee (pessoa que recebe o processo de coaching) alcance seus objetivos de desenvolvimento pessoais e profissionais, encontrando soluções para os seus problemas.
Todo processo de coaching busca levar a pessoa do ponto A ao ponto B. A pessoa é instigada a traçar um plano de ação para que as mudanças de ordem comportamentais aconteçam, ou seja, deve-se implementar, no dia a dia, novas atitudes, baseadas em como estou hoje e como irei agir no futuro.
Assim, é possível identificar quais competências é preciso desenvolver. Essas características são diagnosticadas de várias formas - como, por exemplo, por análise de perfil comportamental, auto-análise etc. - sempre de comum acordo entre coach e coachee.
Juntos, irão estabelecer o plano de ação para uma competência específica, que geralmente é a mais crítica, que deverá ser implementada no prazo de três meses. A cada 15 dias, terão reuniões de ajustes do plano identificando possíveis correções para que o planejamento aconteça na prática. O sucesso dessa metodologia está mais que comprovada e as pessoas acabam por identificar e implementar novas atitudes em suas vidas, o que facilita exponencialmente o desenvolvimento profissional e até pessoal.
Entretanto, esse processo tem dois grandes inconvenientes. O alto custo envolvido, não é novidade que os processos de coaching são muito caros e elitistas, e a necessidade de tirar o colaborador do seu ambiente de trabalho, isto é, deslocamento físico do coachee até o local de trabalho do coach. Portanto, hoje, esse processo está restrito ao topo da pirâmide nas empresas, que inclui somente o presidente e a alta gestão.
O desafio é permitir que essa metodologia possa ser utilizada por todos os colaboradores dentro de uma empresa, independente do seu porte, e não existiria outra forma de fazê-lo a não ser desenvolver o mesmo processo do coach presencial, porém de forma virtual. Incluindo-se, ainda, a realização do diagnóstico para identificar as competências a serem desenvolvidas, a elaboração do plano de ação, os ajustes quinzenais do planejamento e o mais importante, a facilidade de definir uma rede de avaliadores para cada participante que irão "acompanhar" a evolução de seus avaliados através de sessões de feedbacks eletrônicos e anônimos.
Está nascendo uma nova forma de coaching, chamada de e-coaching ou coaching digital, que certamente irá revolucionar a forma de como as pessoas irão se desenvolver, com inúmeras vantagens de custo e de facilidade na utilização, utilizando a internet como melhor aliada no processo de autodesenvolvimento e de autogestão de qualquer pessoa.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Sites de compras coletivas também são oportunidades de emprego
Segundo a Catho Online, entre janeiro e março, foram mais de mil vagas abertas, com salários que podem chegar a R$ 9.962
Além de possibilitarem a compra de produtos e serviços por preços mais baratos do que os usualmente cobrados, os sites de compras coletivas também são oportunidades de emprego, segundo revelam dados da Catho Online.De acordo com a empresa, entre janeiro e março deste ano, foram mais de mil vagas abertas, com salários que podem chegar a R$ 9.962, caso de um gerente comercial.
No período, as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Curitiba concentraram a maior parte das oportunidades.
Cargos
Ainda segundo a Catho, na maior parte das vagas para o setor, a experiência com e-commerce é vista como diferencial, sobretudo para quem se interessa pelo cargo de gerente comercial.
Dentre os profissionais mais requisitados, estão os da área de informática, marketing/publicidade propaganda, além daqueles com foco na área comercial, como vendedor e representante comercial e estagiários, que nos sites de compras coletivas costumam atuar na análise de informações e perfil do usuário.
No que diz respeito aos salários, informa a Catho, estes ficam em média na casa dos R$ 2 mil aos R$ 3 mil. Um estagiário, contudo, recebe cerca de R$ 700 a R$ 837 por mês.
Fonte: Portal do Administrador